Now Playing Tracks

Parade

Um caos incontrolável dentro de nós que ninguém vê.

O mais incrível é que o total desconhecido chega e me dá o conforto de que precisava. Uma massagem na autoestima, um poder de valorizar o que você esqueceu que era.

Deveríamos elogiar mais uns aos outros. Somos todos tão incríveis… e tão exclusivos nesse nosso meio. Uma valorização do tão batido “ser” e não “ter”. Mas esse “batido” (gasto pelo uso) há de se renovar.

Um show de compatibilidades com alguém tão aleatório. Dá até vontade de chorar. Percebo que aquela bagunça interior pode ser controlada por alguém totalmente inesperado.

Mas que surpresas são essas? De misteriosos venenos e antídotos.

CAPTCHA

Paro e me pergunto com frequência: estou me sentindo suficientemente humano? A maior parte do meu cotidiano é composta por ações calculadas, seja pela informática ou matemática. Poucas são as brechas para se fugir disso.

Mas em alguns momentos tenho reações sentimentais tão infantis que até me alegram. Por me fazerem sentir como alguém sensível, como alguém imprevisível.

Vivo mais feliz assim.

Leaving

E você pensa que é extremamente “convivível” e sabe lidar com a maioria das situações comuns no dividir [de um apartamento].

Aí você percebe que não¹. Você percebe que nada².

Que¹/nada²: não funciona, não quero, não dá certo.

E não há quem ou o que culpar. As pessoas cansam; o tempo e as vontades mudam e aquele vínculo - que já não era tão forte - perde o sentido.

Por várias horas você cansa de ceder.

Família não deu certo, colegaS não deram certo, colegA não deu certo, amigo não deu certo.

Morar junto não é pra qualquer um.

Fuck this shit, me dou bem é comigo mesmo.

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